As infecções crônicas do ouvido podem comprometer a audição, causar dor persistente e até colocar a saúde geral em risco. Em alguns casos, mesmo com tratamento clínico, as infecções não cessam e exigem intervenção cirúrgica.

A timpanomastoidectomia é um procedimento avançado indicado para tratar otites médias crônicas, remover focos infecciosos e restaurar a função auditiva. No Hospital Ruben Berta, realizamos essa cirurgia com segurança, tecnologia moderna e uma equipe experiente em otorrinolaringologia.

O que é Timpanomastoidectomia?

A timpanomastoidectomia é uma cirurgia que combina a timpanoplastia (reparo do tímpano) e a mastoidectomia (remoção de células infeccionadas na mastóide, osso localizado atrás da orelha).

Esse procedimento é essencial em casos de otite média crônica colesteatomatosa, infecções persistentes e complicações que afetam o osso mastóide. O objetivo é eliminar a infecção, restaurar o tímpano e melhorar ou preservar a audição.

Quando a Timpanomastoidectomia é indicada?

A cirurgia é indicada principalmente em casos como:

  • Otite média crônica com colesteatoma: Quando há crescimento anormal de pele no ouvido médio.
  • Infecções repetidas: Que não respondem a tratamentos clínicos.
  • Perfuração persistente do tímpano: Associada a infecções.
  • Complicações ósseas: Como erosão da mastoide ou risco de infecções mais graves (meningite ou abscesso cerebral).

A indicação é feita após avaliação clínica, exames audiológicos e exames de imagem, como tomografia da mastoide.

Benefícios da Timpanomastoidectomia

Os principais benefícios incluem:

  • Eliminação do foco infeccioso: Reduzindo o risco de complicações graves.
  • Melhora ou preservação da audição: Dependendo do grau de comprometimento inicial.
  • Redução de secreções e odores no ouvido: Comum em otites crônicas.
  • Maior segurança e qualidade de vida: Redução de internações e crises infecciosas recorrentes.

Preparação para a Timpanomastoidectomia

A preparação cuidadosa é essencial para o sucesso do procedimento:

  • Avaliação clínica completa: Com otorrinolaringologista, incluindo exames auditivos e imagem.
  • Orientações pré-operatórias: Suspensão de medicamentos anticoagulantes ou anti-inflamatórios, se necessário.
  • Jejum prévio: Geralmente de 8 a 12 horas antes da cirurgia.
  • Tratamento prévio de infecções ativas: Para evitar complicações.

Como é feita a Timpanomastoidectomia

A cirurgia é realizada sob anestesia geral, em ambiente hospitalar. O cirurgião acessa o ouvido através de uma incisão atrás da orelha para remover as células infeccionadas da mastóide e reparar ou reconstruir o tímpano, conforme necessário.

O procedimento dura em média de 2 a 3 horas. Dependendo da evolução, o paciente pode ter alta no dia seguinte ou permanecer em observação por mais tempo.

Cuidados pós-operatórios

O sucesso da cirurgia depende também dos cuidados após o procedimento:

  • Manter o ouvido seco e protegido.
  • Evitar esforços físicos e impactos na cabeça.
  • Não assoar o nariz ou criar pressão no ouvido.
  • Seguir rigorosamente as orientações médicas e usar os medicamentos prescritos.
  • Realizar todas as consultas de acompanhamento para monitorar a cicatrização.

A recuperação inicial leva cerca de 2 a 4 semanas, e os resultados auditivos finais podem ser avaliados após a completa cicatrização.

Vamos conversar?

A timpanomastoidectomia é uma opção eficaz e segura para tratar infecções graves do ouvido e prevenir complicações mais sérias. No Hospital Ruben Berta, você conta com tecnologia de ponta, equipe especializada e todo o suporte necessário antes, durante e após a cirurgia.

Se você sofre com infecções crônicas no ouvido ou problemas auditivos, entre em contato e agende uma consulta!

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Perguntas Frequentes

Não. A cirurgia é feita sob anestesia geral. No pós-operatório, pode haver desconforto ou sensação de pressão, controlados com analgésicos.

O objetivo é melhorar ou preservar a audição. Em alguns casos, pode haver perda auditiva parcial, mas a eliminação da infecção é sempre priorizada.

Não. O ouvido deve permanecer seco até liberação médica, para evitar infecções e problemas na cicatrização.

Atividades leves podem ser retomadas em 2 semanas, mas o retorno completo depende da evolução individual.

Como qualquer cirurgia, há riscos, incluindo infecção, tontura temporária, alterações auditivas e, raramente, lesões em nervos faciais. Esses riscos são minimizados com técnica correta e equipe experiente.